NATAL – GRÃO DE MOSTARDA

Olhe pra semente de mostarda,
Que é tão pequena, não é nada;
Totalmente insignificante,
Mas esconde nela um gigante;
Quando ela germina, se expande,
Cresce forte, alta, fica grande.

Há lições bem lindas preciosas,
Que parecem mesmo milagrosas;
Uma é a da fé, tão pequenina,
Mas que é real, é genuína;
Desconhece o que é impossível,
Fica firme, vendo o invisível.

Outra é de que a real grandeza,
Fica escondida na fraqueza,
Na simplicidade e na humildade,
De quem vive sem fazer alarde.
Veja o Deus eterno, encarnado,
Frágil, na manjedoura deitado.

Vibre com alegria no Natal;
Deus agindo pra tirar o mal;
E, da manjedoura até a cruz,
Um grão de mostarda foi Jesus!
Mas quão retumbante sua vitória,
Reina soberano, hoje, em glória.

Tendo nEle a fé depositada,
Um vil pecador, que não é nada,
Tão somente escravo do pecado,
Tendo a Cristo, fica libertado,
E se torna nova criatura,
Para andar com Deus de alma pura.

Neste mundo andando, peregrino,
Como quem não é nada, um menino,
Sabe que aqui tudo é vaidade,
O que importa mesmo, na verdade,
É ser com Jesus mais parecido
E fazer Seu nome conhecido!

Gilberto Celeti

“O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda…” (Mateus 13.31).
“Se tiverdes fé como um grão de mostarda…” (Mateus 17.20).

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