Finalmente libertado

Pelo Eu Sou devidamente enviado,

Vai Moisés com um cajado em sua mão;

E encontra-se com Arão, o seu irmão,

O parceiro que por Deus foi nomeado.

 

Se apresentam a Faraó com ousadia,

Exigindo de Israel a libertação

De tão dura e cruel escravidão.

Mas o rei os vê com extrema antipatia.

 

Em nome de Deus, Moisés faz seu pedido,

Demonstrando, com sinais, o Seu poder;

E as pragas sobre o Egito faz descer.

Mas o rei com o coração endurecido,

 

Não permite à Israel sua saída;

Mal sabe ele que assim, está provando,

Que é o Deus Eterno que tem o comando.

E a grandeza do Egito é sacudida.

 

Foi a décima praga então anunciada:

Morreriam os promogênitos do Egito,

Se ouviria em toda terra um triste grito,

Mas a casa de Israel seria poupada.

 

Israel devia estar bem preparado,

Com um cordeiro para ser sacrificado,

Cujo sangue deveria ser passado

Sobre as portas, ficando este lar marcado.

 

Este sangue é que traria a proteção;

Era um substituto este cordeiro,

E anunciava de modo alvissareiro,

Que chegara a salvação, a redenção.

 

Faraó completamente aniquilado,

Permitiu então que o povo fosse embora.

No Egito o povo todo sofre e chora.

Israel é finalmente libertado.

 

Este dia será sempre recordado.

É dia de festa. É dia da saída.

Dia de sempre, com a alma agradecida,

Fazer o nome de Deus ser exaltado!

 

Gilberto Celeti

 

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