ABANDONO DA VELHA NATUREZA

ABANDONO DA VELHA NATUREZA

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Vou andando e lançando coisas fora:
O orgulho, a inveja, a vaidade,
A malícia que a alma deteriora,
A ganância e a vil sensualidade.

Jogarei também a ira que devora,
E a gula que não encontra saciedade,
O ciúme que, inquieto, sempre aflora,
E a preguiça que perde a oportunidade.

A ingratidão também eu jogo fora,
A mentira e a desonestidade,
Amargura e gritaria eu mando embora,
Para andar com Jesus Cristo na verdade.

E preencho a minha vida, mesmo agora,
Com a presença do Senhor, que em santidade,
Quer levar-me pela mão, hora após hora,
Dentro da sua boa e perfeita vontade!

Gilberto Celeti

“Portanto, abandonem a velha natureza de vocês, que fazia com que vocês vivessem uma vida de pecados e que estava sendo destruída pelos seus desejos enganosos. É preciso que o coração e a mente sejam completamente renovados. Vistam-se com a nova natureza, criada por Deus, que é parecida com a sua própria natureza e que se mostra na vida verdadeira, a qual é correta e dedicada a ele”. (Efésios 4.22-24