Eu Te amo

E s tu minha força e minha rocha,
U ma cidadela, o meu libertador.

T u és o Rochedo, meu Refúgio,
E s meu escudo protetor.

A força sim, da minha salvação,
M eu baluarte defensor.
O Senhor! Eu te amo de coração!

Eu te amo, ó Senhor, força minha.
O Senhor é a minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte.
Invoco o Senhor, digno de ser invocado, e serei salvo dos meus inimigos
”.

Salmo 18:1-3

Ações dos homens

A ções malignas, de fato,
C onflitos trazem que angustiam.
O s inimigos insensatos
E m toda parte assediam.
S ão bem perversos e oprimem.

D e coração, são insensíveis.
O mal desejam e armam crimes.
S ão insolentes e irascíveis.

H á um só meio de vencê-los:
O s pés andarem no caminho
M ostrado pela Escritura
E conservando a vida pura
N o amor de Deus fazer seu ninho
S ó Ele cuida com desvelo.

Quanto às acões dos homens, pela palavra dos teus lábios, eu me tenho guardado dos caminhos do violento.
Os meus passos se afizeram as tuas veredas, os meus pés não resvalaram.
Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode ás minhas palavras. Mostra as maravilhas da tua bondade, ó Salvador dos que á tua destra buscam refúgio dos que se levantam contra eles.
Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me à sombra das tuas asas,
dos perversos que me oprimem, inimiogs que me assediam de morte.
Insensíveis, cerram o coração, falam com lábios insolentes;
andam agora cercando os nossos passos e fixam em nós os olhos para nos deitar por terra.
Parecem-se com o leão, ávido por sua presa, ou o leãozinho, que espreita de emboscada
”.

Salmo 17:4-12

Ouve Tu dos Céus

Ouve Tu, dos céus

O uve tu, dos céus, ó Deus
U ma oração e súplica
V inda deste lugar onde o teu nome
E stá. Tu que conheces o coração

T u, só Tu poderás ouvir e perdoar.
U nicamente Tu, o mal pode afastar.

D á a cada um o bom ensino
O caminho Teu precisam conhecer,
S upre as suas necessidades,

C onverte-os para temerem o Teu nome
E sejas conhecido como Deus em toda terra.
U nico Deus, poderoso e cheio de bondade
S alvador de toda a humanidade.

Quando da consagração do Templo construído por Salomão, em sua oração, ele diz: “ouve tu dos céus, lugar da tua habitação, perdoa e dá a cada um segundo todos os seus caminhos, já que lhe conheces o coração, porque tu, só tu, és conhecedor do coração dos filhos dos homens; para que te temam, para andarem nos teus caminhos, todos os dias que viverem….” (2 Cr 6:30,31).

Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que porventura, pedirem, ser-lhe-á concedida por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18:19,20).

GUARDA-ME

GUARDA-ME

Baseado no Salmo 16

G uarda-me, ó Deus, porque em Ti confio

U m bem maior que a Ti eu não possuo

A o lado Tu estás e Teu Senhorio

R enova o coração, e eu não recuo.

D as Tuas bênçãos e das Tuas promessas,

A legre tomo posse e usufruo.

M eu corpo até irá sair da sepultura

E m Tua presença há gozo santo que perdura.

CUMPRIR

CUMPRIR

C om poder Deus cumpre agora a promessa,

U ma promessa que a Davi foi transmitida,

M anifestando ali no templo a Sua Glória,

P orque não há no céu e na terra Deus tão grande,

R ico em bondade e compaixão para com todos.

I mporta, pois, de todo o coração andar,

R econhecendo diante dEle que outro Deus não há!

Após a construção do Templo em Jerusalém, Salomão faz uma preciosa oração e reconhece que aquele momento era o cumprimento de uma promessa dada pessoalmente por Deus a Davi e agora cumprida.

Veja o texto em 2 Crônicas 6:1-15

MODO DE VIDA

Poema Acróstico

Salmo 15

MODO DE VIDA

M orar no santuário do Senhor?

O h, só quem tem um modo de viver:

D e coração falar só a verdade,

O jeito de viver com integridade.

D e praticar justiça ser amigo,

E nunca difamar com sua língua.

V ingança nunca vai alimentar

I njúria nunca ao outro vai lançar

D inheiro não empresta com usura

A os que temem a Deus sabe honrrar.

ENTÃO SUCEDEU

Poema Acróstico após leitura

em 2 Crônicas 5

E quando os sacerdotes, todos eles,

N o santuário já não se encontravam;

T ambém quando os levitas, todos eles,

A o leste do altar de pé, estavam;

O s seus vestidos, sim, de linho fino,

S ua consagração bem demonstravam.

U níssonos, a Deus cantaram um hino

C om todos instrumentos que tocavam.

E ntão uma nuvem veio e encheu o Templo,

D e modo que de Deus se viu a glória!

E o som das vozes e dos instrumentos,

U m novo tempo marcam na história.

Houve ali um sinal bem claro de que Deus aceitara o templo. A época do tabernáculo no deserto já tinha ficado para trás. Agora inaugurava-se um novo tempo.

Interessante que quando Moisés consagrou o tabernáculo, a glória do Senhor também se fez presente (Ex 40:34,35).

Nos dois casos, não se admitia a presença humana. Moisés não podia entrar e os sacerdotes também não, por causa da presença da glória do Senhor.

Gilberto Celeti

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