A IDOLATRIA X VERDADEIRA ADORAÇÃO – DOIS SONETOS:

Não farás para ti imagem de escultura… Não as adorarás… . Êxodo

A LOUCURA DA IDOLATRIA

Há milênios a loucura permanece
Quando o ser humano faz a sua prece
Para um “deus”, que a sua arte captura,
E a insere num desenho ou escultura.

Seja lá o que esta imagem representa
Venerá-la é idolatria virulenta;
Estes “deuses”, todos, são cegos e mudos,
Nada fazem “deuses” mortos, “deuses” surdos.

Não permita que seja desperdiçado,
Tempo e vida com um “deus” inanimado.
O Deus Único, Real e Verdadeiro,

Foi do nada, que o universo, por inteiro,
Fez surgir por Sua palavra poderosa.
Lance fora a idolatria vergonhosa!

Gilberto Celeti


A ADORAÇÃO AO ÚNICO DEUS VIVO E VERDADEIRO

O Deus Vivo, do Universo separado,
Deve ser por tudo e todos adorado.
O Deus Único e Vivo é o Deus que ama
O universo todo, Sua glória proclama!

No Seu livro, aos que o buscam, se revela
De maneira verdadeira e singela
Pra que vejam a realidade do pecado,
Que os deixam do Deus Santo, afastados;

E descobrem, então, bem claramente isto:
Que o Eterno Deus se fez homem, em Cristo.
Pra tomar na morte, do homem, o castigo

E com Sua ressurreição, fazê-lo amigo.
Há, pra Deus, assim acessibilidade
Pra adorá-lo em espírito e em verdade!

Gilberto Celeti

A CRIANÇA NUM TEMPO DE APOSTASIA – 5

Ao longo desta série “A criança num tempo de apostasia”, já consideramos, entre outras coisas a importância de:
I. TER AMOR À VERDADE
II. BATALHAR DILIGENTEMENTE PELA VERDADE
III. VESTIR-SE COM A ARMADURA DE DEUS
IV – CONDUZIR AS CRIANÇAS À VERDADE DO EVANGELHO

Encerramos está série considerando a importância de:

V – FIRMAR AS CRIANÇAS NA VERDADE DA PALAVRA DE DEUS

O ministério com as crianças começa com a evangelização, objetivando levar as crianças a receberem a verdade, isto é a Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor, mas não fica apenas neste primeiro passo, continua no processo de discipulado contínuo.

Somente a criança salva, nascida de novo, por ação do Espírito Santo, pela fé em Cristo, terá condições de “crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pedro 3:18), e isto envolve:

A) O QUE A CRIANÇA NASCIDA DE NOVO PRECISA CONHECER:

1) Que Deus é o Deus da verdade – Deuteronômio 32:4; Salmo 31:5.
2) Que Jesus Cristo é a verdade – João 7:18; João 14:6.
3) Que Cristo estava cheio da verdade – João 1:14.
4) Que Cristo falou a verdade – João 8:45-47.
5) Que o Espírito Santo é o Espírito da verdade – João 14:17.
6) Que o Espírito Santo guia a toda a verdade – João 16:13.
7) Que a Palavra de Deus é a verdade – Daniel 10:21; João 17:17.

B) O QUE A CRIANÇA NASCIDA DE NOVO PRECISA FAZER:

1) Adorar a Deus na verdade – João 4:24; Salmo 145:18.
2) Servir a Deus na verdade – Josué 24:14; 1 Samuel 12:24.
3) Andar diante de Deus na verdade – 1 Reis 2:3; 2 Reis 20:3; 2 João 4.
4) Estimar a verdade como preciosa – Provérbios 23:23.
5) Alegrar-se na verdade – 1 Coríntios 13:6.
6) Falar a verdade – Zacarias 8:16; Efésios 4:25.
7) Meditar sobre a verdade – Filipenses 4:8.

Uma criança salva precisa ser firmada na Autoridade das Escrituras e conhecer que o primeiro e o principal ataque do inimigo sempre é em relação à veracidade da Palavra de Deus. Lembremos da astúcia da serpente, ao enganar Eva: “É assim que Deus disse?… é certo que não morrereis” (Gênesis 3:1,4).

Ao ser tentado pelo diabo, Jesus obteve vitória por se firmar na autoridade da Bíblia: “Está escrito!” foi a sua resposta. Sim, a Bíblia é absolutamente verdadeira, pelas próprias afirmações que faz de si mesma, pelo testemunho de Jesus Cristo, pelas profecias cumpridas literalmente, pelas vidas que têm sido transformadas pela sua mensagem etc.

Jesus falou muito bem: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mateus 24:35).

VIII – ACOLHER O AMOR DA VERDADE É O SEGREDO PARA ENFRENTAR A APOSTASIA

É bom lembrar também que “o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (2 Tessalonicenses 2:9-12).

O profeta Oséias, que viveu numa época de triste apostasia, registrou que o povo estava sendo destruído porque lhe faltava o conhecimento. Eles se esqueceram da Palavra de Deus. Lamentavelmente os que viveram na sua época não ouviram e não atenderam as recomendações de Deus. Deus alertou: Não há verdade! Possamos nós, diferentemente dos que foram contemporâneos de Oséias, ter ouvidos para ouvir o que “o Espírito diz às Igrejas” (Apocalipse 2:7,11,17,29 e 3:6,13,22).

É tempo de colocarmos toda a Armadura de Deus, e nos apresentarmos diante de Deus, dos homens e mulheres de nosso tempo, especialmente das crianças, e aprovados como obreiros que não têm de que se envergonhar, que manejam bem a palavra da verdade. (2 Timóteo 2:15), entrarmos diligentemente na batalha pela “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 1:3).

Gilberto Celeti

Repensar a Educação – Inger Enkvist

Excelente lembrança para comemoração do Dia da Mulher. Que as milhares de pedagogas brasileiras conheçam as ideas desta educadora Inger Enkvist.

Inger Enkvist nasceu em Värmland, na Suécia, em 1947. É pedagoga e professora de literatura espanhola na Universidade de Lund, Suécia. Estudou pensadores espanhóis e “ícones” da América Latina do século XX. Já publicou estudos sobre Miguel de Unamuno, José Ortega y Gasset, Mario Vargas Llosa, além de centenas de artigos e vários livros sobre educação, em sueco e espanhol. Também assessorou o governo sueco no assunto.

Em suas obras, Enkvist critica as bases ideológicas da nova pedagogia, demonstra seus maus resultados e suas conseqüências ruins para a cultura ocidental como um todo, e apela para a recuperação de elementos da pedagogia tradicional, como o valor do conhecimento, da dedicação do aluno e da autoridade do professor competente.

Seu ponto de vista contraria os postulados dessa nova pedagogia, mas também se distancia daqueles que acreditam que a escola é uma fábrica de alunos em série e que deve centrar seus esforços em competir com outros colégios para subir nos rankings mundiais.

No livro “Repensar a Educação” (Bunker, 2016) ela analisa por que o homem necessita da educação, como esta se desviou durante a metade do último século, e o que deveria ser feito para que voltasse a ser vista de forma positiva.

Nas últimas décadas, a política e a ideologia conquistaram a escola através de uma série de teorias que não tem como finalidade a aquisição do conhecimento, apenas a transformação da sociedade. O que se chama de crise da educação é a consequência lógica de impedir que a escola desempenhe sua função de instituição de ensino, e de dar a ela uma série de tarefas além das de sua natureza.

Este livro chama a atenção de pais de alunos, professores, políticos, jornalistas e do mundo acadêmico acerca destas questões.

“É função dos adultos transmitir o legado da civilização aos seus descendentes, pois não se absorve isso automaticamente. Como diz Inger, ‘Em nenhuma ocasião histórica sobreviveu um grupo que não tenha sido capaz de formar a geração que lhe sucedia’. Mas será que as novas gerações estão sendo bem formadas? Ou estariam elas, em nome de uma pretensa ‘liberdade’ plena, sendo deformadas?

O que vemos em quantidade cada vez maior são adolescentes indisciplinados, rebeldes, agressivos, e com péssima formação intelectual e cultural. A ausência de limites é a marca registrada da geração que merece a alcunha de ‘mimimi’, pois, mimada ao extremo, confunde desejos com direitos. Afinal, ‘um jovem que não entende o conceito de limite se torna insolente e insuportável’.” – Prefácio de Rodrigo Constantino.

Acesse: http://www.bunkereditorial.com.br/loja

Disponível para Kindle em: https://www.amazon.com.br/Repensar-educa%C3…/dp/B073XCWJDQ

SENHOR, ATÉ QUANDO?

Segue o soneto SENHOR, ATÉ QUANDO?
Que ajude você a continuar esperando a resposta de DEUS à sua oração.

Descobri que este texto: “… mas tu, SENHOR, até quando!” (Salmo 6:3b), que que motivou a escrita desta poesia, era a exclamação favorita de João Calvino.

Quantos dias empenhados na procura
Do escape, do alívio e da cura;
Bem letárgico, na espera, eu hiberno…
Quanto tempo ainda falta, ó Deus Eterno?

Deus sublime, que habita a eternidade,
Faz-me perceber, ó Deus, Tua bondade,
Pois no tempo, já por Ti designado
Eu serei completamente libertado.

Que eu compreenda, em tudo, Tua sabedoria,
Não apenas nas questões do dia a dia,
Mas naquelas que comandam o universo,

Mesmo quando prevalece o perverso.
Agirás, ó Deus, no tempo conveniente!
Que eu seja, por Tua graça, paciente.

Gilberto Celeti

“… mas tu, SENHOR, até quando!” (Salmo 6:3b)

No livro “Sonetos para o Século XXI poemas de um peregrino a caminho da pátria celestial” você encontra outros poemas.

Este soneto acima não faz parte do livro que foi publicado pela Bunker Editorial: (www.bunkereditorial.com.br)

SANTIFICADO SEJA O TEU NOME

Texto de Karl Barth, de seu livro O PAI NOSSO, discorrendo sobre a primeira petição: SANTIFICADO SEJA O TEU NOME:

Nosso Pai, nos céus, Tu nos falaste. Em teu Filho, Tu te fizeste Palavra, Tu te tornaste sensível e acessível a nós na carne, neste mundo. Aos sinais de Teu nome não falta luz. Não estamos sozinhos neste mundo. Tu tens tomado uma face humana, que nos é mostrada, e nós podemos compreender isto que Tu dizes por meio dela. Não vivemos num mundo sem Deus.

Teus profetas e Teus apóstolos estão sobre o mesmo plano em que nós vivemos. Nós os escutamos. Tua Igreja, a congregação daqueles que tens convocado e que continuas a reunir. Tua Igreja que vive sobre a terra e que tem sobrevivido a tantos séculos, no meio de tanta subversão, no terror e na fraqueza – malgrado tudo o que há para dizer sobre suas culpas – temos ouvido Tua voz através dela, através de sua obra.

Somos batizados, existimos nesta Igreja, entre Teus filhos, sendo nós mesmos Teus filhos; existimos entre Teus missionários, aqueles que tens encarregado de anunciar Tua palavra, e não se pode ser filho de Deus sem ser missionário. Temos a liberdade de crer, de querer, de obedecer. Isto significa que o mundo – este mundo no qual vivemos – e nossa própria vida, com seus limites, seus estorvos, suas dificuldades, suas complicações, e aquelas de nosso próximo, tudo isto não pode permanecer para nós um mistério absoluto. Há muitos mistérios, mas não vivemos num mistério absoluto; não estamos envolvidos pelo nada. A doutrina de Sartre e de Heidegger não é verdadeira, esta doutrina que mergulha de novo no paganismo. Sabemos que neste mundo, nesta humanidade, nesta história, há uma coisa certa: os sinais de Tua presença são luminosos; Jesus Cristo morreu e ressuscitou por nós, e não somente por nós, mas pelo mundo inteiro. Assim, a esperança dos homens está neste fato: Deus amou o mundo.

Tal é a realidade mostrada na morte e ressurreição do Senhor. E vivemos na memória deste fato e na expectativa da ressurreição geral. É neste sentido que dizemos: o Nome de Deus já está santificado. Eis a posição cristã. A chave do mistério está em nossas mãos.

Prossigamos. Porque está chave nos é dada, porque o Nome de Deus já está santificado, temos muito mais razão para orar: “Santificado seja o Teu nome”. Isto quer dizer: que nos seja dado, a nós e ao mundo – a este mundo, que não é pior nem melhor que nós – no meio do qual nós, as criaturas, temos a vantagem de Te conhecer, de sermos chamados a Teu serviço – que nos seja dado utilizar esta oferta incomparável de Tua parte; que Tua Igreja saiba fazer valer sua existência, que ela seja liberada de toda reação romanizante e de todo americanismo petulante, liberada do temor e da pusilanimidade, do espírito de  orgulho, de balelas. Que cessemos de somente folhear a Bíblia, em lugar de lê-la. Que moderemos um pouco nossa mania de citar a Bíblia, em lugar de viver com ela e deixá-la falar. Que oremos para que a Bíblia não cesse de nos interessar. Que a Bíblia não comece a nos fazer bocejar e que, em todas as suas partes, Tua palavra não se torne, em nossos cérebros e em nossas bocas, um assunto enfadonho; que ela não se torne mau sermão, mau catecismo, má teologia. Tudo isso é muito simples, mas também muito necessário.

Lutero explicou longamente que esta santificação devia manifestar-se na pregação. Um mau sermão é o contrário desta santificação. Que a Palavra de Deus torne-se, novamente, para nós, cada dia, a Palavra de Deus. Que ela não seja uma verdade, um princípio, alguma coisa que se ponha sobre a mesa, mas uma pessoa viva, o grande mistério e a grande simplicidade. E que os sinais desta Palavra de Deus, deste Nome de Deus, tornem-se visíveis para nós, no meio de nós, pela severidade e serenidade de nossa vida, de nossos costumes, de nossos hábitos. Oramos para que nos seja dado fazer ver esta grande alegria e esta grande paz, de que muitas vezes falamos. Que se note esta alegria e esta paz. Oramos para que a arrogância, a ignorância e a incredulidade “cristãs”, com as quais nós Te desonramos todos os dias, sejam detidas e suprimidas. Que esta chave, que tem sido recolocada entre nossas mãos, seja um poucochinho usada, a fim de que a porta, um belo dia, possa se abrir. Eis a santificação do Teu Nome. Vemos que existe algo para orar, por estes bens e esta realização, para que se faça isto que deve fazer-se ainda, e que não pode ser feito por nós.

Para que tudo isto se faça é necessário que Deus intervenha; Sua causa está em jogo. Nós, que somos responsáveis, somos tão pouco qualificados para sustentar esta causa. Que coisa enorme para nós ser responsáveis neste assunto, e quanto é absolutamente necessário que Deus, Ele mesmo, intervenha, para que nós não estejamos entre aquelas virgens loucas que não tinham o azeite!

Do livro: O PAI NOSSO, publicação de Fonte Editorial (E-mail: contato@fonteeditorial.com.br)
Postado com a devida permissão.

IMPOSSIBILIDADE HUMANA X GRAÇA DIVINA

Em mim mesmo, e neste mundo, a miséria
Vai no sangue que percorre cada artéria;
Tão profunda é esta malignidade,
Que me afeta tanto e a toda humanidade.

A existência humana não é agradável,
A tristeza é uma doença incurável;
Toda história só demonstra esta verdade:
Não há para o homem possibilidade

De livrar se por si mesmo desta trama,
A não ser que reconheça Deus que o ama,
E com Deus seja então reconciliado

Por Jesus, que lá na cruz, tirou o pecado,
E que agora, em cada instante que se passa,
Vive tão somente por Sua livre graça.

Gilberto Celeti

Foi lançado, em fevereiro/2021, pela Bunker Editorial (https://www.bunkereditorial.com.br/loja) meu novo livro: Sonetos para o Século XXI-poemas de um peregrino a caminho da pátria celestial.

Gilberto Celeti

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